Tendo por base num estudo elaborado pela Rede Social, o Executivo de Rui Cruz recusou, por unanimidade, a venda de um terreno camarário destinado à construção, em Vagos, de um lar privado da Terceira Idade.
De acordo com aquele estudo, a taxa de cobertura para a valência de Lar de Idosos, no concelho de Vagos, é actualmente de 5,2 por cento. É satisfatória e uma das “mais altas no distrito”, conclui o referido documento, confirmando que os quatro equipamentos existentes (Vagos, Ouca, Santo António e Covão do Lobo) possuem capacidade para alojar 177 seniores em regime de internamento.
Ainda segundo o estudo, o município de Vagos dispõe, ainda, de outras valências que “correspondem às necessidades” daquele estrato da população. É o caso dos Centros de Dia, actualmente frequentados por 72 utentes. Paralelamente, o serviço de apoio domiciliário estende-se a 308 beneficiários, enquanto ascende a 10 o apoio domiciliário integrado.
O pedido para a construção de outro lar tinha sido formulado por uma empresa sediada em Castelo Branco, mas a informação prestada pela Divisão de Acção Social, acabaria por ser determinante para a decisão de recusa.
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Eduardo Jaques
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